'Hoje não chora a família de um inocente', diz Bolsonaro sobre sequestro no RJ

El presidente brasileño Jair Bolsonaro habla durante una ceremonia en Brasilia, el jueves 1 de agosto de 2019. (AP Foto/Eraldo Peres)

RESUMO DA NOTÍCIA

  • Presidente parabenizou a PM do Rio que executou um sequestrador na manhã desta terça

  • Ao lembrar o caso do Ônibus 174, em 2000, presidente escreveu “hoje não chora a família de um inocente”

O presidente Jair Bolsonaro parabenizou os policiais do Rio do Janeiro pela “ação bem-sucedida” durante o sequestro de um ônibus, nesta terça-feira (20), na Ponte Rio-Niterói.

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A Polícia Militar confirmou que o sequestrador foi morto por atiradores de elite. “Criminoso neutralizado e nenhum refém ferido. Hoje não chora a família de um inocente”, escreveu em sua conta pessoal no Twitter.

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O sequestro durou cerca de 4 horas. Um homem armado ameaçava passageiros de um ônibus da empresa Galo Branco, que saiu no início da manhã de Niterói em direção ao Rio, com 37 passageiros. De acordo com a polícia, a arma usada pelo sequestrador era de brinquedo.

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Ao deixar o Palácio da Alvorada, antes mesmo do fim do sequestro, o presidente Jair Bolsonaro defendeu o uso de atiradores de elite em situações como essa. "Estou sabendo [do caso]. No meu entender [a solução seria], snipper", disse. "Eu defendo que o cidadão de bem não morra nas mãos dessas pessoas", acrescentou.

Na entrevista, Bolsonaro lembrou do caso do sequestro do ônibus 174, em 2000, quando a professora Geísa Firmo Gonçalves foi assassinada pelo sequestrador Sandro Barbosa do Nascimento.

"Não foi usado snipper e morreu uma professora inocente. Depois, esse vagabundo morreu no camburão", disse. "Não tem de ter pena."