Bolsonaro mantém R$ 1,7 bi para servidores, mas veta R$ 1,3 bi de emendas de comissão

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Jair Bolsonaro. Foto: REUTERS/Adriano Machado
Jair Bolsonaro. Foto: REUTERS/Adriano Machado

BRASÍLIA — O presidente Jair Bolsonaro sancionou o Orçamento de 2022, mantendo R$ 1,7 bilhão reservados para o reajuste de servidores federais. Bolsonaro vetou R$ 3,1 bilhões em despesas de diversas áreas. A sanção foi publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União (DOU).

O Orçamento também prevê, conforme destacou o colunista Valdo Cruz no g1, o valor de R$ 4,9 bilhões para o fundo eleitoral - o chamado 'fundão'.

Bolsonaro havia prometido conceder um reajuste para policiais federais. O anúncio gerou insatisfação em outras categorias do funcionalismo público, levando o governo a cogitar um recuo. A sanção mantém os recursos reservados, mas não garante o reajuste, que precisa ser confirmado em um projeto específico posterior.

Dos valores vetados, R$ 1,3 bilhão haviam sido previstos em emendas de comissão e R$ 1,8 bilhão em outros tipos de despesas discricionárias.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos