Bolsonaro passeia de lancha com presidente da Caixa no litoral de SP

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    38.º presidente do Brasil
O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL)
O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL)
  • Neste sábado (28), Jair Bolsonaro passeou de lancha com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães

  • O executivo constrangeu o alto escalão do banco estatal durante evento na última terça, em São Paulo

  • Guimarães submeteu funcionários a flexões de braço

O presidente Jair Bolsonaro (PL) fez um passeio de lancha em Guarujá, no litoral de São Paulo, na manhã deste sábado (18). Vestido com uma camisa do Santos, ele posou ao lado do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, que publicou a foto. "Indo pescar em excelente companhia", escreveu o executivo.

Max Guilherme, assessor especial do presidente, também esteve presente. Segundo reportagem do portal G1, Bolsonaro está hospedado no Forte dos Andradas, instalação militar que tem utilizado sempre que vem à região. Por volta das 9h, a comitiva dele saiu da fortaleza, mas Bolsonaro seguiu em uma lancha da Marinha do Brasil.

Na última terça-feira (14), Pedro Guimarães constrangeu o alto escalão da Caixa durante evento no Bourbon Atibaia Resort. Ele apareceu convocando diretores e vice-presidentes do banco a fazer flexões em um palco.

Os funcionários estavam presentes no segundo dia do Nação Caixa, conforme publicou o colunista Guilherme Amado, do portal Metrópoles.

As imagens iniciais são de uma funcionária estimulada a dar uma estrela sob comando de uma criança que, aparentemente, é ginasta. Ela não consegue e é substituída por um segundo funcionário que também desiste. Por fim, um terceiro executa o movimento de forma atabalhoada.

Em outra cena, já no final do vídeo, Guimarães chama alguns executivos para fazerem flexões. Ele conta até a décima flexão, quando interrompe a série.

Após o episódio, o Ministério Público do Trabalho (MPT) notificou o presidente da Caixa pontuando que a situação causou "constrangimento no trabalho" e que pode configurar assédio moral, conforme divulgado pelo portal Poder360.

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