Bolsonaro pede a relator do Orçamento para garantir reajustes a policiais

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Brazil's President Jair Bolsonaro speaks at a ceremony at the Planalto presidential palace, in Brasilia, Brazil, Wednesday, Oct. 20, 2021. A Senate report recommended Wednesday pursuing crimes against humanity and other charges against Bolsonaro for allegedly bungling Brazil’s response to COVID-19 and contributing to the country having the world’s second-highest pandemic death toll. (AP Photo/Eraldo Peres)
Votação foi adiada para terça-feira (21)

(AP Photo/Eraldo Peres)

  • Bolsonaro liga para relator-geral do Orçamento de 2022

  • Objetivo é pressionar o Congresso a incluir o reajuste aos policiais federais no Orçamento

  • Nesta segunda-feira (20), Leal havia rejeitado o pedido

O relator-geral do Orçamento de 2022, Hugo Leal (PSD-RJ), informou em reunião fechada que recebeu uma ligação pessoal de Jair Bolsonaro (sem partido) cujo intuito é de pressionar o Congresso a incluir o reajuste aos policiais federais no Orçamento.

Nesta segunda-feira (20), Leal apresentou um parecer em que rejeita o pedido do governo para incluir na proposta os reajustes à categoria de segurança, base de apoio de Bolsonaro. No entanto, a votação da peça orçamentária foi adiada para terça-feira (21).

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Ao Estado de S. Paulo, o relator-geral já havia informado, em 11 de dezembro, não haver espaço para reajustes aos servidores em 2022. "Pode ser merecido e importante para eles, eu tenho pessoas da minha família que são também servidores públicos federais, mas tenho a preocupação principal, que é a marca do relatório, é continuar atendendo a saúde e os benefícios de caráter social". As informações são do UOL.

Guedes pede ampliação do Orçamento

Na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, cedeu à pressão e pediu ao Congresso a inclusão de R$ 2,86 bilhões no Orçamento. Do total, R$ 2 bilhões seriam usados para garantir o reajuste à classe policial e o restante a outras duas categorias, não informadas.

Conforme divulgado pelo UOL, parlamentares à frente das articulações do Orçamento criticam o Ministério por não informar de onde a verba seria retirada, em meio aos pedidos de Bolsonaro e de outras alas do governo favoráveis à inclusão de novos gastos.

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