Bolsonaro rebate argumento contra liberação de armas: “Pega seu estilingue e atira feijão no cara”

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First lady, Michelle Bolsonaro, and vice president Hamilton Mourao, brazilian President Jair Bolsonaro makes the gesture of a gun with his hands  during the launch ceremony of the program '' Embrace the Marajo '', at the Planalto Palace, in Brasilia, Brazil, on March 3, 2020. 
The program aims to eradicate sexual exploitation, in addition to combating violence against women in the Marajo region, the largest coastal island in Brazil, located in Para. (Photo by Andre Borges/NurPhoto via Getty Images)
Presidente Jair Bolsonaro exaltou política de armas no governo (Foto: Andre Borges/NurPhoto via Getty Images)
  • Jair Bolsonaro rebateu críticas sobre incentivo à compra de armas de fogo

  • Segundo o presidente, argumento de que armas não são para comer não é válido e, ironicamente, sugeriu uso de estilingue com feijão para afastar ladrões

  • Bolsonaro também celebrou diminuição de impostos sobre o skate

Infeliz com as críticas, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) rebateu o argumento de pessoas que discordam dos esforços do governo federal para reduzir impostos de armamento. Bolsonaro expressou que não gosta do argumento de que a prioridade deveria ser baratear a comida, em vez das armas.

“Quando eu falo em armamento, né, reduzir imposto de importação de armas, [dizem] ‘eu não como armas’. Ué, então, já que você come feijão, você pega seu estilingue e atira feijão no cara, sem problema nenhum. Quando eu ajudo um setor, indiretamente outros são beneficiados”, declarou o presidente em conversa com apoiadores, gravada por um canal bolsonarista.

Segundo Bolsonaro, ele gostaria de ter avançado mais na liberação das armas, mas não conseguiu. O presidente se vangloriou ainda de ter permitido que donos de propriedades rurais usassem as armas de fogo em toda a propriedade, não apenas nas casas. “Vê se o pessoal do MST tá invadindo o campo”, disse, em referência ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.

Ainda sobre impostos, o presidente da República comemorou ter reduzido taxas sobre o skate e, sem lembrar o nome da atleta, falou sobre a medalhista de prata Rayssa Leal.

“Qualquer coisa que eu faça pra ajudar alguém, alguém vai ter que pagar. Ou dinheiro cai do céu? Então, o que eu reduzi de impostos de importação não tá no gibi. Quando eu reduzi, por exemplo, imposto de skate, [disseram] ‘eu não como skate’. Ô cara, eu sei que você não come skate. O skate tá entrando aqui nas Olimpíadas, a menina ganhou a medalha de prata. Não tem nada a ver comigo, mas foi medalha de prata lá. Eu poderia reduzir esse imposto, por que não vou reduzir?”, questionou.

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