Bolsonaro repete que governo não furará teto com auxílio, apesar de Guedes admitir manobra

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·1 min de leitura
Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

Por Lisandra Paraguassu

BRASÍLIA (Reuters) - Horas depois do ministro da Economia, Paulo Guedes, ter admitido formas de "contornar" o teto de gastos para permitir o pagamento de um benefício social de 400 reais, o presidente Jair Bolsonaro reiterou nesta quinta-feira que "ninguém está furando o teto", ao mesmo tempo que voltou a prometer o aumento do valor pago "com responsabilidade".

Em fala na noite de quarta-feira, Guedes apresentou duas possibilidades para que se abra espaço no Orçamento para cumprir o que pede Bolsonaro: uma revisão antecipada do teto de gastos, que estava prevista apenas para quando a medida chegasse a 10 anos, em 2026, ou um "waiver" --uma licença para gastar fora do teto-- de 30 bilhões de reais para cobrir a despesa até o final de 2022.

Nenhuma das duas opções agradou ao mercado financeiro. O índice Bovespa abriu em queda nesta quinta-feira e caía 1,5% às 11:42. O dólar também seguia em trajetória de alta, depois de chegar a ser vendido a 5,67 reais.

A declaração de Bolsonaro foi dada durante evento para inauguração de obra no interior da Paraíba, no qual ele fez um discurso em que reconheceu que a economia brasileira vive um momento difícil, ao mesmo tempo que fez a avaliação de que a economia do país é uma das que menos sofrem no mundo no final da pandemia de Covid-19.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos