Bolsonaro volta a defender 'apuração paralela' e evita responder o que fará caso TSE não aceite sua sugestão

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender nesta sexta-feira a adoção de um sistema de apuração paralelo nas eleições deste ano. Bolsonaro evitou responder, no entanto, o que fará caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não aceite essa sugestão.

— Nós temos muito tempo pela frente...Eu vou dar golpe em mim mesmo, é isso? Eu vou dar autogolpe? — disse ele, durante visita a um posto de gasolina em Brasília.

Bolsonaro também foi questionado por jornalistas sobre a defesa ao sistema eleitoral brasileiro feito pelas embaixadas dos Estados Unidos e do Reino Unido. A embaixada americana afirmou que as eleições brasileiras são "modelo" para o mundo e a do Reino Unido reafirmou sua confiança no processo eleitoral brasileiro. Bolsonaro, no entanto, não respondeu.

— Tem embaixador americano no Brasil? Não. Então você não pode falar de embaixadas — disse o presidente.

Embora não haja um embaixador no Brasil, o país foi representado, na reunião com Bolsonaro, pelo encarregado de negócios Douglas Koneff. Até que seja indicado um novo representante por Washington, Koneff estará à frente do posto em Brasília.

Bolsonaro também afirmou que continua a negociar para que as sugestões das Forças Armadas sobre o sistema eleitoral sejam acatadas pelo TSE.

— Continua a negociação. Olha só, o que é natural? Se lá diz que não tem problema, porque não fala ‘FFA, traga seus técnicos para cá, vamos conversar com nossos técnicos’ — disse.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos