Boris Casoy rebate Globo após críticas sobre entrevista com Flávio Bolsonaro

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Reprodução/RedeTV
Reprodução/RedeTV

O apresentador da RedeTV, Boris Casoy, respondeu a críticas feitas pela TV Globo e pela GloboNews a respeito da entrevista que sua emissora fez com o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-SP). Segundo Casoy, a rede não praticou “jornalismo inquisitivo” e, ao invés, fez perguntas “isentas e imparciais” ao político, que é investigado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) por movimentações financeiras atípicas.

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“Não foi perguntado ao senador em nenhuma das duas entrevistas, e por isso ele não respondeu, por que optou por fazer 48 depósitos de R$ 2 mil com diferença de minutos em cada operação em vez de depositar o total que recebeu em espécie de uma só vez na agência bancária onde tem conta”, disseram apresentadores do Grupo Globo em texto pronto e repetido.

Em resposta, Casoy rebateu: “Embora a GloboNews tenha dito que nesta entrevista não foram feitas todas as perguntas, a RedeTV! fez um trabalho profissional e isento. Fiz todas as perguntas que o momento requeria, algumas até de forma incisiva.”

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O apresentador ainda acrescentou que a profissão não deve buscar o que “gostaria de ouvir” por parte do entrevistado. “Bom jornalismo é o que faz as perguntas isentas e imparciais, e não o jornalismo inquisitivo que almeja obter respostas que gostaria de ouvir do entrevistado”, disse.

As entrevistas

Nas entrevistas veiculadas pela TV Record e pela RedeTV!, o filho do presidente Jair Bolsonaro atribuiu as movimentações à compra e venda de imóveis, envolvendo um título bancário de mais de R$ 1 milhão, emitido pela Caixa Econômica Federal, sem indicar o favorecido; e 48 depósitos em dinheiro, somando entre R$ 96.000, que recebeu em sua conta entre junho e julho de 2017.

O dinheiro fracionado corresponde, na versão do senador eleito, à parte do pagamento pela venda do imóvel: “É o meu dinheiro depositado na minha própria conta.”

“Se fosse algo ilícito, eu ia botar na minha conta? Não tem dinheiro ilícito na minha mão”, acrescentou.

Flávio Bolsonaro levou aos programas papeis que seriam parte do contrato de financiamento com a Caixa. No entanto, ele não mostrou o conteúdo do material, alegando não ser papel da imprensa o de fiscalizar o teor dos documentos.

O ex-assessor de Flávio, Fabrício Queiroz, está sendo investigado pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) por movimentações bancárias de R$ 1,2 milhão consideradas atípicas pelo Coaf, incluindo depósitos na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Para Flávio, o MP-RJ age com motivação política para atingir o seu pai. “A realidade está mostrando que há algo de atípico acontecendo comigo”, disse.

Embora tenha dito que pretende prestar esclarecimentos às autoridades, o senador eleito não compareceu ao MP quando convidado a depor, no dia 10 deste mês. Na ocasião ele afirmou que não era investigado diretamente pelo Coaf.

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