Boris Johnson contempla restrições mais duras no Reino Unido por covid-19

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Mulher de máscara passa junto a um cartaz sobre as restrições por covid-19 em Londres (Reino Unido), em 23 de dezembro de 2020

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, alertou neste domingo (3) que restrições mais severas poderão ser tomadas no país para combater o rápido avanço do novo coronavírus, atribuído em parte a uma nova variante do vírus.

O Reino Unido é um dos países mais afetados pela pandemia na Europa, com 74.570 mortes. Em 24 horas, mais 57.725 pessoas foram contaminadas, de acordo com os últimos dados oficiais divulgados no sábado (2).

"É possível que tenhamos que fazer coisas nas próximas semanas que serão mais difíceis em várias partes do país", disse Johnson à rede BBC.

Ele acrescentou que o fechamento de escolas, uma medida tomada no final de março na primeira onda da pandemia, "é uma dessas coisas".

O primeiro-ministro disse que é preciso reconhecer "o impacto da nova variante do vírus".

No momento, 75% da população está reconfinada, e a volta presencial às aulas foi adiada em alguns casos, em particular em Londres e no sudeste da Inglaterra, bastante afetados pelo aumento de infecções.

A partir de segunda-feira, a vacina da Universidade de Oxford e do grupo AstraZeneca será administrada no Reino Unido.

No total, 530.000 doses estarão disponíveis a partir de segunda-feira, e dezenas de milhões, até o final de março. O país encomendou 100 milhões de doses.

Mais de um milhão de pessoas no Reino Unido já receberam uma dose da vacina da aliança da americana Pfizer com a alemã BioNtech. Esta campanha de vacinação começou em 8 de dezembro.

Para ambos os imunizantes, são necessárias duas doses.

pau/esp/me/pc/tt