Boulos critica Alckmin como vice de Lula: 'Não concordo'

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Boulos critica Alckmin como vice de Lula: 'Não concordo'
Boulos critica Alckmin como vice de Lula: 'Não concordo' (Photo credit should read DANIEL RAMALHO/AFP via Getty Images)
  • Boulos critica Alckmin como vice de Lula: 'Não concordo'

  • Para ele, objetivo é derrotar a política do governo Bolsonaro

  • Ele é pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PSOL

O pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PSOL, Guilherme Boulos, afirmou, em entrevista ao Metrópoles nesta sexta-feira (21), que não concorda que Geraldo Alckmin seja lançado como vice de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a eleição presidencial deste ano.

Boulos explicou que o objetivo não é só derrotar o presidente Jair Bolsonaro (PL), e sim a política do governo atual. “E o Alckmin é uma expressão dessa política, com uma agenda econômica neoliberal, uma política feita sem participação popular e que retira direitos. (…) Não concordo com a perspectiva de o Alckmin ocupar a vice na chapa do Lula”, disse.

Questionado se mudaria de opinião caso o ex-tucano se filiasse ao PSB, partido de centro-esquerda, Boulos garantiu que não. “Não é uma questão de filiação partidária. Se eu me filiar ao DEM ou ao PSL amanhã, ninguém vai achar que eu sou de direita (risos). Tenho uma história. O Alckmin tem a dele. Não adianta mudar a roupa”, argumentou.

Governo de São Paulo

Boulos, que já foi candidato do PSOL à Presidência da República e à Prefeitura de São Paulo, falou também sobre a sua candidatura ao governo estadual pelo partido neste ano. Na avaliação dele, é preciso encerrar os “30 anos de desastre tucano” comandando o estado.

Guilherme Boulos disse ainda sobre a candidatura do petista Fernando Haddad ao governo de São Paulo. Segundo ele, hoje, nenhum dos dois vai abrir mão da candidatura em prol da unidade da esquerda.

"Hoje isso não está colocado. Não temos nem nunca tivemos intransigência. Agora, o PSol também tem de ter o seu lugar respeitado. Pela primeira vez em muito tempo, existe a perspectiva de o campo progressista, a esquerda, vencer em São Paulo. E é nisso que aposto. Se a gente consegue a unidade no campo progressista, facilita muito", explicou.

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