Boulos defende que não é possível governar para todos, e Russomanno diz que não pode atacar quem cresceu na vida

THIAGO AMÂNCIO
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*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 29.10.2020 - Candidato Guilherme Boulos (PSOL). (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 29.10.2020 - Candidato Guilherme Boulos (PSOL). (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Questionado sobre frase que disse em campanha em 2018 de que "não é possível governar para todos", Guilherme Boulos (PSOL) defendeu a fala ao dizer que vai priorizar a população mais pobre.

"A maior parte do povo brasileiro, uma sociedade profundamente desigual, é pobre, é negra, rala todo dia para poder ganhar a vida. Eu tenho lado. eu sempre disse isso nessa campanha. Essa é minha trajetória no movimento social. Não vou aos ventos da conveniência de cada eleição", afirmou o líder do MTST.

O candidato Celso Russomanno (Republicanos) pediu a palavra e disse concordar com a fala, mas ponderou: "Agora a gente não pode esquecer que a gente tem que governar para todos. E não pode, de forma nenhuma, atacar parte da sociedade como se ela fosse culpada porque ele é empresário, tem condições financeiras ou porque cresceu na vida".