Brasil chega a 674 mil mortes por Covid e a mais de 33 milhões de casos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil chegou a 674.166 mortes por Covid e a 33.005.278 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia. As marcas foram alcançadas com o registro de 352 óbitos e de 65.450 casos, nesta terça-feira (12).

As médias móveis de mortes e de casos estão em estabilidade, ou seja, sem variações superiores a 15% em relação aos dados de duas semanas atrás. A média de óbitos agora é de 239 por dia e a de infecções é de 56.350 diariamente.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Ao todo, 179.331.700 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 168.037.528 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen. Os valores são inferiores aos de segunda-feira devido a dados negativos em Pernambuco e no Rio Grande do Norte.

Assim, o país já tem 83,48% da população com a 1ª dose e 78,22% dos brasileiros com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen.

Até o momento, 97.239.036 pessoas já tomaram a terceira dose e 17.587.780 a quarta (o número também é inferior ao de segunda-feira devido a dados negativos em Goiás, Pernambuco e Rio Grande do Sul).

O consórcio reúne também o registro das doses de vacinas aplicadas em crianças. A população de 5 a 11 anos parcialmente imunizada (com somente a primeira dose de vacina recebida) é de 63,88%, totalizando 13.094.879. Na mesma faixa etária, 39,57% (8.111.105) recebeu a segunda dose ou a dose única. Também houve revisão das doses aplicadas nessa faixa etária.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​

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