Brasil compensa mais de 200 mil folhas de cheque por ano, segundo Banco Central

Em plena era dos pagamentos instantâneos via Pix, o cheque resiste. E vai bem, obrigado. Apesar de toda a evolução dos serviços bancários, por ano, são compensadas mais 200 mil folhas, garantindo a sobrevivência da espécie. A modalidade serve até para o pagamento de salários, sem contar a possiblidade de parcelamento, no velho pré-datado. As informações são de "O Estado de S. Paulo".

Segundo dados do Banco Central (BC), mesmo com o avanço dos meios digitais (cartões de débito e crédito, pagamentos por aproximação e transferências eletrônicas), o cheque ainda é boa opção, principalmente em municípios menores, em que a agricultura e a pecuário têm forte presença, e a internet ainda é deficitária.

No interior, não é raro encontrar um comerciante que aceite pagamento em cheque, repassando-o adiante, como se fosse um crédito. É também uma forma de programar pagamentos, facilitando o controle financeiro sobre o negócio.

Segundo dados oficiais, em 2020, por exemplo, foram compensados 287 milhões de cheques. O volume caiu para 219 milhões de folhas no ano passado, mais ainda assim uma quantidade significativa. Neste ano, até o mês de maio, já foram emitidas 76 milhões. E mais da metade das emissões se concentram no Sudeste.

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