Brasil, EUA, Hungria e outros três países organizam manifestação internacional contra aborto

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Documento foi organizado foi seis países liderados por conservadores (Foto: Reprodução)
Documento foi organizado foi seis países liderados por conservadores (Foto: Reprodução)

Ao lado de Estados Unidos, Egito, Hungria, Uganda e Indonésia, o Brasil organizou e assinou um documento contra políticas públicas de acesso ao aborto e a favor do papel da família como base fundamental da sociedade.

Chamada de Declaração de Genebra, a declaração foi assinada na última quinta-feira, 22, em Washington, nos Estados Unidos. O documento não obriga qualquer país a adotar leis, mas é uma manifestação dos signatários que são contra a interrupção voluntária da gravidez.

Estiveram presentes na reunião virtual os ministros de Relações Internacionais, Ernesto Araújo, e da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

Damares comemorou a assinatura do texto e afirmou que o documento consagra a “inexistência de um direito à interrupção voluntária da gravidez, como às vezes se firma em determinados fóruns internacionais”.

No Brasil, o aborto é permitido em três ocasiões: em caso de estudo, anencefalia do feto e risco de vida da mãe.

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Ao falar no encontro, Ernesto Araújo afirmou que é uma forma de o Brasil reafirmar o dever de “proteger a vida humana desde a concepção”. “Rejeitamos categoricamente o aborto como método de planejamento familiar, assim como toda e qualquer iniciativa em favor do direito internacional ao aborto", afirmou o ministor.

Além dos seis países organizadores, outros 26 assinaram o documento.