Brasil fica de fora da lista de países que terão autorização para viajar para a União Europeia

Equipe HuffPost
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O Brasil ficou de fora da lista de 15 países que terão a entrada novamente autorizada nos 27 países-membros da União Europeia a partir desta quarta-feira (1º).

Segundo país em número de casos confirmados e de mortes por covid-19 – e ainda com curva ascendente –, o Brasil não foi considerado um ponto de partida seguro para viagens ao continente, que passa por um processo de reabertura gradual.

O Brasil ultrapassou, no último mês, Espanha, França e Itália – os 3 países do bloco com mais mortes por covid. Hoje, está atrás apenas dos Estados Unidos – país que também ficou de fora da autorização.

O bloco aprovou que turistas e pessoas com viagens de negócios de Argélia, Austrália, Canadá, Geórgia, Japão, Montenegro, Marrocos, Nova Zelândia, Ruanda, Sérvia, Coréia do Sul, Tailândia, Tunísia e Uruguai entrem na UE.

A China também foi aprovada provisoriamente, mas a abertura estará condicionada à decisão de autoridades chinesas de também permitirem a entrada de visitantes da UE. Reciprocidade é uma condição para estar na lista.

Além de Brasil e EUA, Rússia e Turquia estão entre os países cuja contenção do vírus é considerada pior do que a média da UE e, portanto, terão que esperar pelo menos duas semanas. O bloco realizará revisões quinzenais.

O movimento visa apoiar a indústria de viagens e destinos turísticos da UE, particularmente os países do sul da Europa, mais atingidos pela pandemia da covid-19.

A lista precisava de uma “maioria qualificada” dos países da UE para ser aprovada, ou seja, 15 países da UE, representando 65% da população.

Com altas taxas de contaminação e mortes por coronavírus no país, brasileiros terão que esperar um pouco mais para voltar a viajar para a Europa.
Com altas taxas de contaminação e mortes por coronavírus no país, brasileiros terão que esperar um pouco mais para voltar a viajar para a Europa.

Ela funciona como uma recomendação aos membros da UE, o que significa que, individualmente, eles poderiam estabelecer restrições para as 14 nações, mas é pouco provável que permitam o acesso a viajantes de outros países.

Os esforços da UE para reabrir as fronteiras internas, particularmente no espaço Schengen das 26 nações, que normalmente não possui...

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