Brasil registra 1.030 mortes por Covid em 24 h e mais de 35 mil casos

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 25.03.2021 - Enterro de vítima de Covid-19, no cemitério de Vila Formosa, na zona leste de São Paulo. O movimento no cemitério aumentou consideravelmente no mês de março em decorrência da pandemia. (Foto: Bruno Santos/Folhapress) ORG XMIT: AGEN2103251309161693
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 25.03.2021 - Enterro de vítima de Covid-19, no cemitério de Vila Formosa, na zona leste de São Paulo. O movimento no cemitério aumentou consideravelmente no mês de março em decorrência da pandemia. (Foto: Bruno Santos/Folhapress) ORG XMIT: AGEN2103251309161693

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 1.030 mortes por Covid e 35.793 casos da doença, nesta quinta-feira (19). O país chegou, assim, a 572.733 mil óbitos e a 20.494.014 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2.

As médias móveis de casos e mortes permanecem em estabilidade, ou seja, sem variações acima de 15%, para mais ou menos.

A média móvel de casos agora é de 29.895 infecções por dia. A média de mortes é de 821 óbitos por dia.

A média é um instrumento estatístico que busca amenizar grandes variações nos dados, como costumam ocorrer em finais de semana e feriados. Ela é calculada pela soma do número de mortes dos últimos sete dias e a divisão do resultado por sete.

O momento merece atenção e cuidado, apesar dos números inferiores ao de semanas passadas. O país já tem circulação comunitária da mais transmissível variante delta, que vem causando aumentos expressivos de casos em outros países.

Segundo um recente boletim InfoGripe da Fiocruz, o Brasil apresenta sinais de crescimento da curva de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), após quase três meses de queda.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​

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