Brasil registra 1.547 mortes por Covid-19 em 24 horas; total chega a 512.819

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RIO — O Brasil registrou 61.393 novos casos e 1.547 novas mortes por Covid-19 neste sábado, de acordo com o boletim do consórcio dos veículos de imprensa. Agora, segundo o levantamento, o país conta com 18.384.150 infecções e 512.819 óbitos provocados pela pandemia.

Os dados são do boletim do consórcio de imprensa, uma iniciativa formada por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo. Os veículos reúnem informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h.

A média móvel de casos, também observada no boletim, é de 71.872, índice 8% superior ao visto 14 dias atrás. Já a média móvel de óbitos atingiu neste sábado 1.707 diagnósticos, 15% inferior ao registrado no mesmo período.

A "média móvel de 7 dias" faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído" causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Neste sábado, 778.279 pessoas foram vacinadas, segundo dados enviados por 22 estados. Até agora, 70.317.661 de pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 33,21% da população brasileira.

A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 25.242.888 pessoas, ou 11,92% da população nacional.

O país recebeu neste sábado 942 mil doses da vacina Janssen, em uma doação feita pelos EUA sem relação com o onsórcio Covax Facility. O Brasil tem, agora, 4,8 milhões de imunizantes do laboratório — 1,8 milhão adquiridos pelo Ministério da Saúde; 3 milhões enviados pelo governo americano. Neste sábado, foram aplicadas 41.638 doses da Janssen.

Em outra frente, o governador João Doria (PSDB-SP) anunciou este sábado a chegada de 1 milhão de doses prontas da vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Trata-se da primeira entrega de aplicações totalmente finalizadas do imunizante ao Brasil desde dezembro do ano passado.

Enquanto isso, o Ministério da Saúde discute os moldes de um protocolo sobre a desobrigação do uso de máscaras no país. A pasta levará em conta o número de casos novos da doença, a taxa de ocupação dos hospitais e a quantidade de pessoas imunizadas em cada localidade. O documento foi um pedido do presidente Jair Bolsonaro e está sendo desenhado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde (SCTIE) da pasta. O tema é tratado com cuidado devido ao desgaste causado após a fala do presidente sobre a possível mudança nas orientações.

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