Brasil registra 148 mortes por Covid e mais de 31 mil casos em 24 horas

***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 27.04.2021 - Jovem sepultador visívelmente abatido durante enterro no Cemitério Vila Formosa, em São Paulo. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)
***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 27.04.2021 - Jovem sepultador visívelmente abatido durante enterro no Cemitério Vila Formosa, em São Paulo. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 148 mortes por Covid nesta quinta (16). Com isso, o país tem uma média móvel de 149, representando um aumento de 59% comparado ao dado de duas semanas atrás. Esse percentual é o maior desde 12 de fevereiro, data em que o país teve um crescimento de 66% na média de óbitos diários.

Em relação a novos casos, o Brasil registrou 31.009 infecções pelo Sars-CoV-2 nas últimas 24 horas. Agora, o país apresenta uma média móvel de casos de 40.088. Houve um aumento de 29% em relação aos dados de duas semanas atrás.

Com as informações desta quinta, feriado de Corpus Christi, o Brasil chega a 668.892 vidas perdidas e a 31.640.775 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

O consórcio de veículos de imprensa deixou de atualizar os números de vacinados contra a Covid-19 nos fins de semana e feriados. Nos dias úteis, os dados serão atualizados normalmente. A medida visa evitar imprecisões nos números informados ao leitor.

A mudança se deve a problemas na consolidação dos dados de vacinação pelas secretarias estaduais. Diversos estados já não atualizam o total de vacinados aos fins de semana e feriados, e mesmo os que o fazem, por vezes, informam números desatualizados, que não correspondem à realidade e costumam ser corrigidos nos dias seguintes.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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