Brasil registra 174 mortes por Covid e mais de 19 mil casos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 174 mortes por Covid e 19.492 casos da doença, nesta quinta-feira (1º). Com isso, o país soma 684.203 vidas perdidas e a 34.492.171 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

A média móvel de mortes continua em queda (já são 14 dias seguidos) e agora é de 125 por dia, redução de 23% em relação ao dado de duas semanas atrás.

A média de casos teve um aumento de 25%, também em relação ao dado de duas semanas antes, e agora é de 20.565. Os valores de casos tiveram um aumento após o consórcio mudar a fonte usada para os dados do Rio Grande do Norte.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Ao todo, 180.807.902 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 170.159.432 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 84,16% da população com a 1ª dose e 79,21% dos brasileiros com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen.

Até o momento, 102.595.419 pessoas já tomaram a terceira dose e 28.183.387 a quarta.

O consórcio reúne também o registro das doses de vacinas aplicadas em crianças. Com a ampliação da faixa etária que pode receber a vacina contra a Covid, o consórcio agora apresenta a população de 3 a 11 anos imunizada. Nessa faixa, a fatia parcialmente imunizada (com somente a primeira dose de vacina recebida) é de 52,75% e a que recebeu a segunda dose é de 35,58%.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.