Brasil registra 2.042 mortes por Covid-19, mostra boletim do consórcio de imprensa

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O Brasil notificou, nas últimas 24h, 2.042 mortes por Covid-19. Agora, o país totaliza 509.282 vidas perdidas para o novo coronavírus. A média móvel foi de 1.873 óbitos, uma queda de 2% em comparação com o cálculo de duas semanas atrás, o que demonstra tendência de estabilidade.

Os dados são do consórcio formado por EXTRA, O Globo, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h.

Foram registrados também 72.613 novos casos da doença em território nacional, elevando para 18.243.391 o total de pessoas que já se contaminaram com o vírus. A média móvel foi de 77.050 diagnósticos positivos, um crescimento de 17% em comparação ao índice de 14 dias atrás, o que demonstra uma tendência de alta. O Tocantins não divulgou dados sobre os novos casos no estado.

A "média móvel de 7 dias" faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído" causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Vinte e seis unidades federativas do Brasil atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 nesta quinta-feira. Em todo o país, 68.465.736 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 32,33% da população brasileira. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 24.968.144 pessoas, ou 11,79% da população nacional.

Nas últimas 24h, foram registradas a aplicação de 1.260.148 vacinas de primeira dose, enquanto de segunda dose foram 325.988.

Os três estados que mais aplicaram a primeira dose da vacina proporcionalmente à sua população foram Mato Grosso do Sul (38,80%), Rio Grande do Sul (38,45%) e São Paulo (37,18%). A ordem dos estados se repete quando o quesito é a aplicação da segunda dose: Mato Grosso do Sul (15,66%), Rio Grande do Sul (15,45%) e São Paulo (13,08%).

Os três estados com a aplicação da primeira dose mais atrasada são Amapá (20,85%), Roraima (22,10%) e Tocantins (24,52%). Em relação à segunda dose são Amapá (7,54%), Acre (7,62%) e Rondônia (8,37%).

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