Brasil registra 216 novas mortes por Covid-19 e total supera 166 mil

Por Gabriel Araujo
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Trabalhador desinfecta quadra de escola de samaba Portela no Rio de Janeiro
Trabalhador desinfecta quadra de escola de samaba Portela no Rio de Janeiro

Por Gabriel Araujo

SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil registrou nesta segunda-feira 216 novos óbitos em decorrência da Covid-19, o que eleva o total de mortes pela doença no país a 166.014, informou o Ministério da Saúde.

Também foram notificados 13.371 novos casos da doença provocada pelo coronavírus, com o total de infecções confirmadas no país atingindo 5.876.464, segundo o ministério, que ainda enfrenta problemas técnicos para atualização dos dados de semanas anteriores.

Em mensagem publicada no site em que os números da pandemia são divulgados, o ministério afirmou que possui "alguns problemas nos sistemas que podem levar a algum atraso na atualização dos dados", acrescentando que está "trabalhando na correção".

O ministério sofre com problemas técnicos desde o último dia 5. A pasta, que chegou a mencionar a detecção de vírus em algumas estações de trabalho e um incidente em páginas web que afetou layouts, disse na sexta-feira que encontrou indícios de uma tentativa de ataques cibernéticos, o que a levou a bloquear o acesso às suas redes como medida de segurança.

Além dos problemas técnicos, as segundas já costumam ser dias de registros abaixo da média em termos de casos e óbitos, em função do represamento de testes durante os finais de semana.

O Brasil segue como o segundo país com maior número de mortes por coronavírus no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, e o terceiro em casos, abaixo dos EUA e da Índia.

São Paulo, Estado brasileiro mais afetado pela doença, revelou nesta segunda que registrou um aumento de 18% nas internações hospitalares por Covid-19 nas redes pública e privada entre a semana encerrada em 7 de novembro e a que foi concluída no último sábado.

O secretário de Saúde paulista, Jean Gorinchteyn, atribuiu o aumento das hospitalizações ao período pós-feriado prolongado do Dia de Finados, quando muitas pessoas saíram de casa, e disse que medidas restritivas voltarão a ser impostas se os índices continuarem em tendência de alta.