Brasil registra 239 mortes em 24 h por Covid e 9.172 casos

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 239 mortes por Covid e 9.172 casos, neste domingo (19). Com isso, o país chega a 590.786 óbitos e a 21.236.761 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2.

Acre, Amapá, Ceará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e Roraima não registraram nenhuma morte nas últimas 24 horas.

A média móvel de mortes permanece estável e agora é de 558 vidas perdidas por dia.

Mesmo com números inferiores aos muito elevados dados anteriores, o momento merece atenção e cuidado. O país já tem circulação comunitária da mais transmissível variante delta, que vem causando aumentos expressivos de casos em outros países.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 21 estados.

O Brasil registrou 405.773 doses de vacinas contra Covid-19, neste domingo. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 170.178 primeiras doses e 229.411 segundas. Também foram registradas 1.194 doses únicas e 4.990 doses de reforço.

Ao todo, 141.623.847 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil --76.111.993 delas já receberam a segunda dose do imunizante.

Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 80.285.237 pessoas com esquema vacinal completo no país.

Com isso, 89,95% da população com mais de 18 anos já recebeu ao menos uma dose (nesse caso, a 1ª dose de alguma vacina ou o imunizante de dose única) e 49,53% (também com mais de 18 anos) recebeu as duas doses recebidas ou a dose única da Janssen.

Mesmo quem completou o esquema vacinal com as duas doses deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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