Brasil registra 275 mortes por Covid e mais de 48 mil casos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 275 mortes por Covid e 48.191 casos da doença, nesta sexta-feira (22). Com isso, o país chega a 676.826 vidas perdidas e a 33.554.473 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Após 28 dias acima de 50 mil, a média móvel de casos ficou em 44.304 infecções por dia, uma queda de 22% em relação ao dado de duas semanas atrás. Já a média de mortes agora é de 240 por dia, o que representa uma situação de estabilidade, ou seja, sem variações superiores a 15%, também em relação ao dado de duas semanas atrás.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Ao todo, 179.631.217 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 168.732.694 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Nesta sexta, o Ceará revisou o número de primeiras e segundas doses aplicadas.

Assim, o país já tem 83,60% da população com a 1ª dose e 78,49% dos brasileiros com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen.

Até o momento, 99.724.915 pessoas já tomaram a terceira dose e 20.703.780 a quarta.

O consórcio reúne também o registro das doses de vacinas aplicadas em crianças. A população de 5 a 11 anos parcialmente imunizada (com somente a primeira dose de vacina recebida) é de 64,62%, totalizando 13.247.442. Na mesma faixa etária, 40,82% (8.367.524) recebeu a segunda dose ou a dose única --o número de crianças vacinadas foi reduzido em relação ao dia anterior.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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