Brasil registra 292 mortes por Covid e mais de 65 mil casos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 292 mortes por Covid e 65.080 casos da doença, nesta quinta-feira (14). Com isso, o país chega a 674.846 vidas perdidas e a 33.140.708 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

A média móvel de mortes voltou a apresentar crescimento. Ela agora é de 246 óbitos por dia, aumento de 16% em relação ao dado de duas semanas atrás. Já a média de casos permanece em estabilidade (sem variações superiores a 15% em relação à média de duas semanas antes) e é de 54.238 infecções por dia.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Ao todo, 179.379.709 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 168.189.450 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 83,50% da população com a 1ª dose e 78,29% dos brasileiros com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen.

Até o momento, 98.013.859 pessoas já tomaram a terceira dose e 18.479.204 a quarta.

O consórcio reúne também o registro das doses de vacinas aplicadas em crianças. A população de 5 a 11 anos parcialmente imunizada (com somente a primeira dose de vacina recebida) é de 64,07%, totalizando 13.133.502. Na mesma faixa etária, 39,94% (8.186.778) recebeu a segunda dose ou a dose única. Também houve revisão das doses aplicadas nessa faixa etária.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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