Brasil registra 3.157 mortes por Covid em 24 h e se aproxima de 382 mil óbitos pela doença

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*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 19.06.2020 - Vítimas da Covid-19 são enterradas no cemitério de Vila Formosa. (Foto: Lalo de Almeida/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 19.06.2020 - Vítimas da Covid-19 são enterradas no cemitério de Vila Formosa. (Foto: Lalo de Almeida/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 3.157 mortes por Covid nesta quarta-feira (21), e com isso chega a 381.687 óbitos pela doença desde o início da pandemia. O país também registrou 71.231 novos casos, contabilizando assim 14.122.116 pessoas infectadas pelo coronavírus.

Com as mortes registradas nas últimas 24h, a média móvel chegou a 2.787 --são 91 dias acima de 1.000 mortes por dia e 36 dias acima de 2.000, patamar considerado muito elevado.

A média móvel é um instrumento estatístico usado para amenizar variações de dados. Ela é obtida pela soma de todas as mortes dos últimos sete dias e divisão do resultado por sete.

Na última semana, o Brasil voltou a ultrapassar os EUA em número de mortes por Covid a cada 100 mil habitantes.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

O consórcio de imprensa também atualizou as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 19 estados.

Depois de dois dias com mais de 1 milhão de doses aplicadas, nesta quarta houve uma queda expressiva. Foram aplicadas 578.838 doses da vacina.

Com os novos números, soma-se desde o início da vacinação a aplicação de 38.470.541 doses (sendo 27.523.231 da primeira e 10.947.310 da segunda), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Com esse total até o momento, 13% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 5,17% a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.