Brasil registra 374 mortes por Covid em 24 h e mais de 12 mil casos

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 374 mortes por Covid e 12.432 casos da doença, nesta quarta-feira (17). Com isso, o país chega a 611.898 vidas perdidas e a 21.976.724 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

As médias móveis de óbitos e casos continua em estabilidade, ou seja, sem variações superiores a 15% em relação aos dados de duas semanas antes. A média de mortes agora é de 260 por dia e a de infecções de 9.335.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 25 estados e no Distrito Federal.

O Brasil registrou 2.131.445 doses de vacinas contra Covid-19, nesta quarta. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 335.208 primeiras doses e 1.229.461 segundas. Também foram registradas 30.998 doses únicas e 535.778 doses de reforço.

Ao todo, 157.336.036 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil --122.201.794 delas já receberam a segunda dose do imunizante. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 126.773.298 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 73,76% da população com a 1ª dose e 59,43% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen. Considerando somente a população adulta, os valores são, respectivamente, de 97,07% e 78,21%.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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