Brasil registra 560 mortes por Covid em 24 h e quase 18 mil casos

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***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 27.04.2021: Cemitério Vila Formosa em SP. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)
***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 27.04.2021: Cemitério Vila Formosa em SP. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 560 mortes por Covid e 17.946 casos neste sábado (4). Com isso, o país chegou a 583.313 óbitos e a 20.872.417 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

A média móvel semanal de mortes permanece em queda, com 609 vidas perdidas diariamente nos últimos sete dias.

Uma ressalva é que, neste sábado, o governo de Minas Gerais não divulgou o balanço de casos e óbitos.

Mesmo com números inferiores aos muito elevados dados anteriores, o momento merece atenção e cuidado.

O país já tem circulação comunitária da mais transmissível variante delta, que vem causando aumentos expressivos de casos em outros países. A delta também já parece causar problemas no Rio de Janeiro, que vê aumentos de casos e internações.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S. Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também compilados pelo consórcio, foram atualizados nos 26 estados e no Distrito Federal.

De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, o país tem 134.170.311 pessoas parcialmente imunizadas (62,9% da população), e 66.862.534 (31,34%) com o esquema vacinal completo.

Considerando-se apenas a população adulta, o Brasil atingiu na sexta-feira (3) a proporção de 40% com esquema vacinal completo.

Mesmo estes devem manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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