Brasil registra 680 mortes por Covid em 24 h e média móvel de óbitos cresce mais de 20%

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 27.04.2021 - CORONAVÍRUS-BRASIL: Vista aérea do cemitério de Vila Formosa, zona leste de São Paulo, local que tem recebido um alto número de enterros em decorrência da pandemia da Covid. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 27.04.2021 - CORONAVÍRUS-BRASIL: Vista aérea do cemitério de Vila Formosa, zona leste de São Paulo, local que tem recebido um alto número de enterros em decorrência da pandemia da Covid. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 680 mortes por Covid e 18.844 casos da doença, nesta sexta-feira (24). Com isso, o país chega a 593.698 vidas perdidas e a 21.326.804 pessoas infectadas pela Covid desde o início da pandemia.

Com o registro desta sexta, a média móvel de óbitos chegou a 565 mortes por dia, aumento de 21% em relação ao dado de duas semanas atrás.

Já a média móvel de casos agora é de 32.038, crescimento de 93% em relação ao valor de duas semanas atrás. Principalmente essa média, porém, foi afetada desde uma atualização no sistema do Ministério da Saúde onde dados da Covid são registrados.

O estado de São Paulo, na segunda (20), relatou problemas e disse que os óbitos notificados são inferiores ao esperado "devido a uma instabilidade no serviço do Sivep, sistema federal onde são notificados os casos graves de Covid-19 e as mortes". Na semana passada, os dados diários do consórcio também foram afetados por represamentos de casos em São Paulo, que incluiu dezenas de milhares de infecções de meses anteriores. Também na última semana e na terça, o Rio de Janeiro teve problemas no sistema de notificação e não divulgou os dados. Roraima e Bahia foram outros que tiveram problemas.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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