Brasil registra 76 mortes por Covid e mais de 8.000 casos

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*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 27.04.2021: COTIDIANO - CORONAVIRUS - Ensaio em cemitério para o dia em que o Brasil atinge 400 mil mortos por Covid-19. Na foto, vista aérea de quadras com covas recentemente fechadas e abertas no Cemitério Vila Formosa, na manhã desta terça-feira. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 27.04.2021: COTIDIANO - CORONAVIRUS - Ensaio em cemitério para o dia em que o Brasil atinge 400 mil mortos por Covid-19. Na foto, vista aérea de quadras com covas recentemente fechadas e abertas no Cemitério Vila Formosa, na manhã desta terça-feira. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 76 mortes por Covid e 8.195 casos da doença, nesta segunda-feira (25). Com isso, o país chegou a 662.777 vidas perdidas e a 30.353.592 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Devido a um problema no sistema, o Amapá não atualizou os dados de mortes e vacinas. Também não houve atualização nos dados do Espírito Santo.

Desconsiderando esses dois estados, outros dez não registraram mortes nesta segunda.

Apesar dos dados relativamente menores, deve-se ainda levar em conta o possível impacto de atrasos de notificação devido ao último feriado.

As médias móveis de mortes e casos continuam em queda em relação aos dados de duas semanas atrás. A média de óbitos agora é de 100 por dia, redução de 27%, e a de infecções é de 13.588, queda de 33%.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Em relação à vacinação, o Brasil registrou 447.560 doses de vacinas contra Covid-19 nesta segunda. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 38.190 primeiras doses e 105.223 segundas doses. Também foram registradas 1.344 doses únicas e 302.803 doses de reforço.

A Bahia teve registro negativo de segundas doses (-3.084). O Ceará registrou doses únicas negativas (-274).

Ao todo, 177.041.255 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil --158.773.834 delas já receberam a segunda dose do imunizante. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 163.530.326 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 82,41% da população com a 1ª dose e 76,12% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Até o momento, 85.011.794 pessoas já tomaram dose de reforço, o que representa 39,57% da população brasileira.

O consórcio reúne também o registro das doses de vacinas aplicadas em crianças. A população de 5 a 11 anos parcialmente imunizada (com somente a primeira dose de vacina recebida) é de 56,97%, totalizando 11.679.736. Na mesma faixa etária, 24,67% (5.057.459) recebeu a segunda dose ou a dose única.

Os dados da vacinação contra a Covid-19 foram afetados pelo ataque hacker ao sistema do Ministério da Saúde, ocorrido em dezembro, o que levou à falta de atualização em diversos estados por longos períodos de tempo. Neste domingo, as informações foram atualizadas em 15 estados e no Distrito Federal.

O consórcio de veículos de imprensa recentemente atualizou os números de população brasileira usados para calcular o percentual de pessoas vacinadas no país. Agora, os dados usados são a projeção do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para 2022. Todos os números passam a ser calculados de acordo com esses valores, inclusive os do ano passado. Por isso, os percentuais de pessoas vacinadas podem apresentar alguma divergência em relação aos números publicados anteriormente.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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