Brasil registra 925 mortes por Covid em 24 h e passa de 20,5 milhões de casos

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***Arquivo**SÃO PAULO, SP, 27.04.2021: COTIDIANO - CORONAVIRUS - Sepultadores enterram caixão no Cemitério Vila Formosa, na tarde desta terça-feira. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)
***Arquivo**SÃO PAULO, SP, 27.04.2021: COTIDIANO - CORONAVIRUS - Sepultadores enterram caixão no Cemitério Vila Formosa, na tarde desta terça-feira. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 925 mortes por Covid e 34.013 casos da doença, nesta sexta-feira (20). Com isso, o país chegou a 573.658 óbitos e a 20.528.027 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

As médias móveis de mortes e de casos permanecem em estabilidade, ou seja, sem alterações superiores a 15%, em relação ao dado de duas semanas atrás.

A média móvel de mortes continuou em 821, mesmo valor de quinta-feira. Já a média de casos agora é de 30.046 infecções por dia.

A média é um instrumento estatístico que busca amenizar grandes variações nos dados, como costumam ocorrer em finais de semana e feriados. Ela é calculada pela soma do número de mortes dos últimos sete dias e a divisão do resultado por sete.

O momento merece atenção e cuidado, apesar dos números inferiores ao de semanas passadas. O país já tem circulação comunitária da mais transmissível variante delta, que vem causando aumentos expressivos de casos em outros países.

Segundo um recente boletim InfoGripe da Fiocruz, o Brasil apresenta sinais de crescimento da curva de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), após quase três meses de queda.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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