Brasil registra quase 2.000 mortes por Covid e tem recorde de média móvel de óbitos pelo 4º dia seguido

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 04.03.2021 - Sepultadores trabalham em covas abertas no cemitério de Vila Formosa, na capital paulista. Número de enterros voltam a crescer nos cemitérios paulistanos. (Foto: Karime Xavier/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 04.03.2021 - Sepultadores trabalham em covas abertas no cemitério de Vila Formosa, na capital paulista. Número de enterros voltam a crescer nos cemitérios paulistanos. (Foto: Karime Xavier/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 1.969 mortes por Covid e 44.720 casos da doença, nesta segunda-feira (29). O país chegou ao quarto dia seguido de recorde de média móvel de mortes, que agora é de 2.655.

Dos últimos 31 dias, 28 foram de recordes na média. A sequência só foi interrompida pelos dias 24 e 25 de março, período em que o Ministério da Saúde fez uma mudança na forma de registrar óbitos, o que causou problemas na documentação de estados e, consequentemente, uma queda artificial nos dados.

Roraima não divulgou dados atualizados da Covid.

Com os dados desta segunda, o Brasil chega a 314.268 e a 12.577.354 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Os dados brasileiros são os aferidos pelo consórcio de veículos de imprensa integrado por Folha de S.Paulo, UOL, G1, O Estado de S. Paulo, Extra e O Globo e coletados até as 20h com as secretarias de saúde dos estados.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.