Brasil registrou 492 mortes por Covid em 24 h e ultrapassa 597 mil óbitos

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 27.04.2021: Vista aérea de covas no cemitério de Vila Formosa, zona leste de São Paulo. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 27.04.2021: Vista aérea de covas no cemitério de Vila Formosa, zona leste de São Paulo. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 492 mortes por Covid e 17.984 casos da doença, nesta sexta-feira (1º). Com isso, o país chegou a 597.292 vidas perdidas e a 21.443.761 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Rondônia não divulgou dados devido a problemas relacionados à atualização do sistema do Ministério da Saúde. "Diante desta situação, os dados referentes aos dias 01, 02 e 03 de outubro de 2021 não serão publicados e serão gerados tão logo o sistema esteja em pleno funcionamento, cuja previsão é segunda-feira (04), e na ocasião todas as informações serão disponibilizadas à população", disse a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), em nota.

O Amapá também não divulgou os números da Covid, nesta sexta.

Ao menos 10 estados continuam com problemas para contabilizar os casos de Covid-19 em razão de uma atualização no sistema do Ministério da Saúde feita há três semanas. Isso levou a um represamento dos dados e pode prejudicar o monitoramento da pandemia.

A média móvel de mortes permanece em estabilidade (sem crescimentos ou reduções acima de 15%) e agora é de 513 óbitos por dia.

Já a média móvel de casos teve uma queda de 51% em relação aos dados de duas semanas atrás e agora é de 16.708. Vale relembrar aqui os problemas de contabilização de casos, o que elevou recentemente a média de infecções para mais de 30 mil pessoas infectadas por dia.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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