Brasil sai da 'lista vermelha' da covid na Inglaterra e vacinados não precisam cumprir quarentena

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Passengers queue for the Arrival Hall at London Heathrow Airport's Terminal 5, due to a problem with the self-service passport gates. Picture date: Wednesday October 6, 2021. (Photo by Clive Marshall/PA Images via Getty Images)
Passageiros no Aeroporto de Heathrow , em Londres. Foto: Clive Marshall/PA Images via Getty Images
  • É preciso apresentar comprovante de vacina e teste negativo

  • Nova regra não vale para Reino Unido inteiro

  • Coronavac não está entre vacinas aceitas

O Brasil saiu da “lista vermelha” para covid-19 da Inglaterra nesta quinta-feira (7). Agora, viajantes vacinados não terão que ficar em quarentena em hotéis. A nova regra passa a valer a partir de segunda-feira (11).

O governo inglês divulgou uma lista de 47 países cujos viajantes completamente vacinados terão apenas de apresentar um teste negativo para a doença para entrar no país.

No entanto, o mesmo comunicado reforça que aqueles que não tiverem com o esquema vacinal completo terão de passar 10 dias em isolamento, que não precisa ser em um dos hotéis vinculados ao governo.

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Além disso, vacinados oriundos do Brasil serão reconhecidos como qualquer pessoa britânica dentro do país. A condição é que estejam imunizados há pelo menos duas semanas com as vacinas da Oxford/Astrazeneca, Pfizer/BioNTech, Moderna ou Janssen. A Coronavac, um dos imunizantes mais aplicados no Brasil, não está na lista.

A nova determinação é válida somente na Inglaterra e não se aplica a outros países do Reino Unido. O Brasil segue na “lista vermelha” da Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.

O documento inaugura a reabertura da Inglaterra para viajantes comuns. Até agora, o país só permitia que cidadãos britânicos ou estrangeiros residentes passar, com restrições, por seu território.

Para ir à Inglaterra, o país exige que todos os passageiros maiores de 11 anos realizem um teste de covid-19 nas 72 horas anteriores ao embarque.

O brasileiro que quiser comprovar a vacinação precisa de um certificado fornecido pelo Ministério da Saúde, que oferece opções em inglês e espanhol. A Inglaterra exige que o documento tenha, de forma clara, nome e sobrenome do viajante, sua data de nascimento, marca e fabricante da vacina que recebeu, data de vacinação de cada uma das doses e indicação do país ou território em que a vacina foi aplicada.

No momento, o Ministério da Saúde só está emitindo o certificado, que pode ser acessado via aplicativo ConecteSUS, para quem tomou dose única ou duas doses da mesma vacina. Ou seja, aqueles que tiveram uma imuniza heteróloga - recebeu cada dose de um fabricante - ainda não consegue emitir o documento.

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