Brasil tem 79.590 mortes por Covid-19, informa consórcio de veículos da imprensa em boletim das 13h

RIO — O Brasil contabiliza 79.590 óbitos e 2.102.559 contaminações em decorrência da Covid-19, com 57 novos óbitos e 2.663 novas infecções por coronavírus desde as 20h de domingo, de acordo com boletim das 13h do consórcio de veículos de imprensa.Infográfico: Números do coronavírus no Brasil e no mundo

A análise dos dados foi feita a partir do levantamento do consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, que reúne informações das secretarias estaduais de Saúde.As estatísticas da pandemia no Brasil são divulgadas três vezes ao dia. Os próximos dados serão divulgados às 20h desta segunda-feira. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde na gestão do interino Eduardo Pazuello.Consulte: Veja aqui como está a situação do coronavírus no seu estadoO último levantamento havia sido divulgado às 8h. Com a nova verificação, as secretarias de Saúde do Ceará, Goiás, Roraima, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal divulgaram dados recentes. O balanço anterior contabilizava 79.535 mortes e 2.100.112 casos confirmados.O país deve chegar a 80 mil vidas perdidas pela Covid-19, segundo a curva epidemiológica nacional.

Vacina de Oxford contra a Covid-19 é segura, apontam testes preliminares

Um artigo publicado nesta segunda-feira pela revista científica The Lancet concluiu que a vacina candidata da Universidade de Oxford (Reino Unido), produzida em parceria com o laboratório AstraZeneca, demonstrou ser segura, ter poucos efeitos secundários e ter estimulado a produção de anticorpos e células T contra o novo coronavírus. A fórmula está sendo testada no Brasil em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e O Instituto D'Or, no Rio.

Os testes iniciais envolveram 1.077 pessoas. O resultado é promissor, mas a vacina ainda precisa ser testada em outras etapas para garantir não apenas sua segurança, mas também uma imunização consistente a longo prazo. De acordo com a Lancet, a fórmula estimulou respostas imunológicas "potentes" a nível celular e humoral se aplicada em dose dupla.

Reinfecção

Dois casos de possível reinfecção por coronavírus são investigados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Estão sob análise dois pacientes que se curaram da Covid-19 em maio, mas tiveram de novo sintomas da doença em julho. Os testes de ambos voltaram a dar positivo para o Sars-CoV-2.

“Os sintomas e testes positivos em dois períodos diferentes poderiam ser explicados por outra virose por um vírus diferente, que causaria confusão porque haveria ainda fragmentos inativos [de Sars-CoV-2] que permaneceram no corpo do paciente”, afirma a instituição em nota enviada à imprensa. A informação sobre a investigação foi antecipada pelo jornal Folha de S.Paulo no último sábado.

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