Brasil tem a quarta maior taxa de desemprego do mundo, aponta ranking

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A man holds his work permit (employment record card) while looking for job opportunities in downtown Sao Paulo, Brazil, October 6, 2020. Picture taken October 6, 2020. REUTERS/Amanda Perobelli
Brasileiro segura uma carteira de trabalho. País é o quarto em 44 dentre os de maior taxa de desemprego. (Foto: REUTERS/Amanda Perobelli)
  • Ranking com 44 países aponta Brasil com quarta maior taxa de desemprego;

  • Levantamento da Austin Rating mostra que taxa de desemprego no país é o dobro da média mundial;

  • Brasil tem o pior índice de desemprego entre os países do G20, as maiores economias do mundo;

Embora a taxa de desemprego tenha caído para 13,2% no mês de agosto, segundo o IBGE, um ranking da agência de classificação de risco Austin Rating apresentou números preocupantes. O país tem a 4ª maior taxa de desemprego entre as principais economias do mundo. O ranking, reproduzido pelo portal G1, reúne dados de mais de 40 países que já divulgaram dados oficiais no 3º trimestre.

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O levantamento mostra que o desemprego no país é maior que o dobro da taxa média global, e o pior entre os integrantes do G20 - grupo que reúne os 19 países mais ricos do mundo e a União Europeia - que já divulgaram números relativos a agosto ou setembro. Apenas Costa Rica, Espanha e Grécia tem taxas maiores que as do Brasil.

País tem a maior taxa de desemprego da América do Sul; veja ranking

O levantamento concluiu que a média da população global nas principais economias sob desemprego é de 6,5%. Dos países que compõem o G20, apenas 3 ainda não divulgaram números oficiais de desemprego no terceiro trimestre: África do Sul, Arábia Saudita e Argentina. Veja os dez primeiros do ranking, de acordo com informações da Austin Rating:

  1. Costa Rica: 15,2%

  2. Espanha: 14,6%

  3. Grécia: 13,8%

  4. Brasil: 13,2%

  5. Colômbia: 12,7%

  6. Turquia: 12,1%

  7. Itália: 9,3%

  8. Suécia: 8.8%

  9. Índia: 8,3%

  10. Chile: 8,2%

​Na zona do euro, em média, a taxa ficou em 7,4% em setembro, retornado ao patamar pré-pandemia. Nos EUA, o desemprego recuou para 4,8%, ante 5,2% em agosto. Já no conjunto de países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em que o Brasil tenta entrar, a taxa de desemprego caiu para 5,8% em setembro, e agora está meio ponto percentual acima do patamar pré-pandemia, de fevereiro do ano passado (5,3%), de acordo com dados da Austin Ratings reproduzidos pelo G1.

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