Brasil tem menor média móvel de mortes por Covid desde início de novembro de 2020

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 27.04.2021 - Vista aérea de covas no cemitério de Vila Formosa, zona leste de São Paulo; local foi um dos que mais recebeu enterros de vítimas da Covid na capital paulista. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 27.04.2021 - Vista aérea de covas no cemitério de Vila Formosa, zona leste de São Paulo; local foi um dos que mais recebeu enterros de vítimas da Covid na capital paulista. (Foto: Mathilde Missioneiro/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou 250 mortes por Covid e 14.320 casos, nesta quarta-feira (8). A média móvel de óbitos agora é de 461 vidas perdidas por dia, menor valor desde 13 de novembro de 2020, quando era de 403.

As informações referentes à Covid, porém, foram afetadas pelo feriado prolongado de 7 de Setembro, devido a atrasos de notificação junto às secretarias de saúde e, consequentemente, os dados diários foram menores, como é normal ocorrer aos domingos, segundas e feriados. Com isso, as médias móveis acabam afetadas.

De toda forma, as médias móveis de mortes e casos vêm apresentando quedas nas últimas semanas.

Nesta quarta, a média móvel de casos agora é de 17.461, queda de 33% em relação ao dado de duas semanas atrás.

Mesmo com números inferiores aos muito elevados dados anteriores, o momento merece atenção e cuidado. O país já tem circulação comunitária da mais transmissível variante delta, que vem causando aumentos expressivos de casos em outros países. A delta também já parece causar problemas no Rio de Janeiro, que vê aumentos de casos e internações.

Com os dados desta quarta, o Brasil chegou a 584.458 óbitos e 20.925.899 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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