Brasil tem recorde de mortes por Covid em 24h: 2.798, diz consórcio

Redação Notícias
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SAO PAULO, BRAZIL - MARCH 12: An aerial view of open graves at Vila Formosa Cemetery on March 12, 2021 in Sao Paulo, Brazil. Vila Formosa, the biggest graveyard in Latin America, has seen its activity grow in the last weeks due to the surge of deaths related to coronavirus. Burials and cremations in the capital of Sao Paulo grew 11% in the first week of March compared to February. The increase means that there is already a lack of raw material for the manufacture of coffins and recently, hearse jams and queues have been recorded at the cemetery. (Photo by Alexandre Schneider/Getty Images)
SAO PAULO, BRAZIL - MARCH 12: An aerial view of open graves at Vila Formosa Cemetery on March 12, 2021 in Sao Paulo, Brazil. Vila Formosa, the biggest graveyard in Latin America, has seen its activity grow in the last weeks due to the surge of deaths related to coronavirus. Burials and cremations in the capital of Sao Paulo grew 11% in the first week of March compared to February. The increase means that there is already a lack of raw material for the manufacture of coffins and recently, hearse jams and queues have been recorded at the cemetery. (Photo by Alexandre Schneider/Getty Images)

O Brasil registrou 2.798 mortes pelo novo coronavírus nesta terça (16) e teve o seu pior dia da pandemia, segundo o consórcio de veículos de imprensa formado por O Globo, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de São Paulo.

De acordo com os números do consórcio, que reúne informações das secretarias de saúde dos estados até às 20h, cinco estados tiveram seus piores dias na pandemia: SP, RS, SC, PR e MS.

Mais cedo, o Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde) anunciou o registro de 2.340 mortes, mas sem os números do Rio Grande do Sul, que não foram computados por causa de problemas na base de dados.

Média móvel

A média móvel de mortes alcançou seu patamar mais alto pelo 18º dia consecutivo: 1.976. O cálculo é 48% maior do que o registrado duas semanas atrás.

A "média móvel de 7 dias" faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído" causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

* Com informações da Agência O Globo