Brasil vira o país do surfe com o tri de Medina

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Gabriel Medina comemora o tricampeonato mundial de surfe em 2021. Foto: Thiago Diz/World Surf League via Getty Images
Gabriel Medina comemora o tricampeonato mundial de surfe em 2021. Foto: Thiago Diz/World Surf League via Getty Images

Resumo do Brasil no surfe em 1 década:

2 finais brasileiras consecutivas
3 títulos para Gabriel Medina
4 finalistas em 2021 e
5 mundiais para o Brasil.

Americanos dominam o basquete.

Japoneses criaram e ensinaram ao mundo o judô.

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Em dimensões continentais, as últimas três décadas do tênis foram escritas pelos europeus.

O surfe não nasceu aqui, mas, certamente, ele foi desenvolvidos por brasileiros. Até chegar em um outro nível.

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Se analisarmos apenas 2021, temos o primeiro campeão olímpico e o mais novo tricampeão mundial.

Gabriel Medina tem 27 anos e apesar de estar a OITO títulos mundiais de Kelly Slater, pode ter como meta encerrar a carreira como segundo maior campeão do surfe.

O que o impede disso? O brasileiros que invadiram a praia de australianos e americanos e criaram um novo jeito de surfar. Enquanto isso, na areia, também se ensina uma nova forma de torcer.

Não era nem meio dia (4h da tarde no Brasil) em Trestles, na Califórnia e o Brasil já era favorito aos dois títulos (masculino e feminino) do Circuito Mundial de Surfe. Em uma transmissão feita para os americanos assistirem, só se ouvia português. Gritos (sem sotaque) de Italo, Tati, Filipe e Gabriel Medina.

FINAL MASCULINA

Na disputa entre Italo Ferreira (2º) e Filipe Toledo (3º) tudo era possível inclusive o paulista ir pra final. Apesar de surfar quase em frente a praia que mora quem parecia estar à vontade na areia era Italo, mas Filipinho fez bonito e foi tenta um título inédito

Na final, um Filipe Toledo (3º) empolgado encontrou Gabriel Medina (1º) consistente. A estratégia do campeão na decisão repetiu aquilo que ele fez nos treinos. Não demorou muito pra surgir o primeiro backflip, um mortal na onda.

A primeira vez que um surfista completou essa mesma manobra foi em 2016, no Oi Rio Pro. E ele também era Medina.

Portanto, esse nome já é a realidade do surfe. Se Kelly Slater trouxe o esporte até aqui, o bastão foi passado por alguém que elevou o nível, significativamente, do surfe.

FINAL FEMININA

No ano em que o surfe estreia na Olimpíada, Carissa Moore colocou seu nome na história do surfe. Liderou o campeonato de ponta a ponta, parou pra subir no lugar mais alto do pódio em Tóquio e agora fechou com o quarto título mundial.

Mas não foi tão fácil assim.

Tatiana Weston-Webb fez a primeira participação de uma brasileira em uma final feminina. E mais: foi responsável pela maior nota entre todas as baterias femininas (8.00).

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2022 + BRASILEIROS

O calendário mudou, se antecipou e, pela primeira vez em décadas, o surfe conhece seu campeão mundial em setembro.

E antes da próxima temporada começar em 2022, o surfe ainda vive um clima de decisão. E mais oito brasileiros tentaram manter a dominância do país do surfe.

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