Brasileiros confiam mais no metaverso do que a média mundial

China, Índia e Peru são os locais que mais se empolgam com o metaverso
China, Índia e Peru são os locais que mais se empolgam com o metaverso (Getty Image)
  • Pesquisa diz que brasileiros são otimistas com o metaverso

  • 60% das pessoas veem a tecnologia de realidade virtual como uma coisa positiva

  • Jovens são os que mais estão inteirados com as possibilidades do metaverso

Pelo jeito, o mercado do Brasil pode ser importante para o futuro da tecnologia. Um levantamento realizado pelo Instituto Ipsos aponta que os brasileiros estão mais otimistas com as possibilidades proporcionadas pelo metaverso do que a população de outros países.

A pesquisa diz que 60% das pessoas no país veem a tecnologia de realidade aumentada e virtual como uma coisa positiva. O número fica acima da média global, fixada em 50%. China, Índia e Peru são os locais que mais se empolgam com essas tecnologias.

O estudo “Como as pessoas veem o metaverso e a realidade aumentada” contou com participações de pessoas de 29 países. O documento mostra que 67% dos brasileiros concordam que o metaverso deve impactar áreas como aprendizagem virtual, entretenimento, trabalho saúde nos próximos 10 anos.

Homens representam 56% dos entusiastas, enquanto mulheres representam 44%. Jovens são os que mais estão inteirados com as possibilidades tecnológicas.

Moradores da Polônia (27%), França (28%) e Alemanha (30%) estão no final do ranking. Pessoas mais escolarizadas foram que que se mostraram mais inteiradas com o universo de funcionalidades digitais.

Metaverso na educação

Aos poucos, os recursos estão sendo inseridos em diferentes campos, como o do ensino. Universidades brasileiras já apostam no metaverso para treinamentos e cursos ministrados exclusivamente em realidade virtual.

Atualmente, uma das primeiras salas de aula desse tipo foi lançada pela FIA Business School, que passou a administrar cursos de uma forma inusitada. A professora utiliza óculos de realidade virtual para ensinar, enquanto os alunos que ainda não tiverem o aparelho podem entrar para o espaço online por meio de videochamada.

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