Brigitte Macron contesta na Justiça fake news que a chama de transgênero

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    Professora francesa, Primeira-Dama da França

A primeira-dama da França, Brigitte Macron, anunciou nesta terça-feira (21) que registrará uma denúncia após a difusão de uma falsa informação sobre sua identidade sexual. Desde outubro, cerca de 60 mil publicações afirmando que a esposa do presidente francês é transgênero foram publicadas nas redes sociais.

A fake news que se propagou rapidamente nas últimas semanas, principalmente através do Twitter, chegou à presidência francesa e teria irritado a primeira-dama. Segundo as postagens, o verdadeiro nome de Brigitte Macron seria Jean Michel Trogneux e ela não seria a mãe biológica de seus filhos.

As publicações também afirmam que uma grande operação foi feita para esconder a verdadeira identidade da primeira-dama. Outras acusações, ainda mais graves, foram postadas nas redes sociais francesas contra ela, como a de que seria uma pessoa "transgênero pedófila satânica".

Segundo o jornal francês Libération, a falsa informação vem sendo divulgada por perfis de opositores de Macron, ligados à extrema direita, a grupos complotistas e antivacinas. Junto a mensagens de transfobia, os posts também vêm sendo compartilhados no Facebook em páginas de apoio ao movimento dos coletes amarelos ou contra a política sanitária adotada pelo governo francês.

De acordo com o advogado da primeira-dama, Jean Ennochi, Brigitte Macron pretende recorrer à Justiça e registrar denúncias contra os autores da falsa informação. "Ela decidiu contestar e realizar procedimentos oficiais, é o que estamos fazendo", declarou sem dar maiores precisões.

Origem da fake news


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