Bruno Krupp: polícia pede prisão de modelo por estelionato

Bruno Krupp é acusado de estelionato - Foto: Reprodução
Bruno Krupp é acusado de estelionato - Foto: Reprodução
  • Bruno Krupp teve a prisão pedida pela polícia por estelionato

  • Modelo teria aplicado golpe de mais de R$ 400 mil no Hotel Nacional

  • Ele também virou réu pelo atropelamento que matou o adolescente João Gabriel Guimarães

O modelo Bruno Krupp teve a prisão pedida por estelionato, após a juíza Luciana Fiala de Siqueira Carvalho, da 31ª Vara Criminal, tornar o modelo de 25 anos réu por estelionato nesta terça-feira (30). As informações são do jornal O Globo.

Krupp já era investigado por atropelar e matar um adolescente de 16 anos no fim do mês passado, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ele também é acusado de estupro por diferentes mulheres.

O modelo foi indiciado no último dia 18 por estelionato pela Delegacia de Atendimento ao Turista (Deat), após ser acusado de dar um golpe de quase meio milhão de reais no Hotel Nacional.

Na sexta-feira (26), o promotor Marcos Kac, da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal da Zona Sul e Barra da Tijuca, considerou haver embasamento suficiente nas investigações e denunciou Krupp, além de seu sócio, Bruno Monteiro Leite.

Kac foi contrário à prisão de Krupp, que também não foi decretada pela juíza Luciana Carvalho, mas ela foi ordenada pela delegada titular da Deat, Patrícia da Costa Araújo de Alemany.

"Pedi a prisão dele porque a fraude foi em torno de R$ 400 mil. Eles pegam cartões de créditos de terceiro, clonam e vendem as diárias dos hotéis com preços mais baratos. O cartão recusa e o hotel fica no prejuízo. Essa investigação começou há uns meses, após o Hotel Nacional comunicar a fraude à Deat", relatou.

Kac pediu também, na denúncia, que o modelo ressarça todas as vítimas do golpe, além do Hotel Nacional.

Atropelamento e morte

Bruno Krupp atropelou e matou o jovem João Gabriel Guimarães no último dia 30. Na semana passada, o modelo virou réu por homicídio com dolo eventual, após o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) aceitar a denúncia do Ministério Público contra ele.

Krupp pilotava uma motocicleta sem placa e sem carteira de habilitação naquela noite. Um laudo recente apontou que o modelo não freou o veículo antes do acidente e que a visibilidade era boa na via.