Caboclo diz que Del Nero sugeriu R$ 12 milhões por silêncio, mas bilhete não será usado em defesa de assédio

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Os advogados do presidente afastado da CBF, Rogério Caboclo, não vão anexar à defesa do dirigente na Comissão de Ética o bilhete divulgado como prova de que Marco Polo Del Nero, seu antecessor, teria proposto o valor de R$ 12 milhões para que uma funcionária da entidade não apresentasse denúncia de assédio moral e sexual.

A ideia é periciar o documento com contas supostamente feitas por Del Nero e demonstrar como o ex-presidente estaria se movimentando politicamente para articular um suposto golpe sobre Caboclo. Mas o bilhete não será usado pelos advogados na peça jurídica apresentada á Comissão de Ética.

Uma nota enviada por Caboclo à imprensa nesta quinta-feira deu a entender que o documento seria parte de sua defesa. E chega a citar nomes de juristas que embasam o fato de Caboclo não ter cometido assédio. No entanto, o material sofreu ajustes.

O movimento se dá na véspera de uma reunião marcada para esta sexta-feira na CBF, em que se prentede incluir no estatuto uma regra que permita a ampliação do prazo do afastamento do presidente da CBF.

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