Cadela é treinada para farejar eletrônicos em cenas de crimes nos EUA

Natalie Rosa
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Graças ao olfato aguçado, cães são usados pela polícia há bastante tempo para a identificação de drogas e até de pessoas perdidas. Agora, os animais estão ganhando uma nova função nas investigações: rastrear dispositivos eletrônicos.

A polícia de Minnesota, nos Estados Unidos, começou a treinar seus cães para identificar objetos eletrônicos que podem contar com provas incriminatórias. K9 Sota, uma cadela da raça labrador inglês, já está sendo treinada para conseguir identificar cartões SD e drives USB.

De acordo com o jornal local Star Tribune, Sota já ajudou os policiais a encontrarem provas escondidas de crimes financeiros e predatórios, envolvendo pedófilos, em 10 cenas de crimes. As autoridades garantem que o farejamento será eficaz em diversos tipos de investigações, mas que obviamente os cães não conseguem distinguir diferentes objetos.

<em>Imagem: Reprodução/Minnesota Bureau of Criminal Apprehension</em>
Imagem: Reprodução/Minnesota Bureau of Criminal Apprehension

A identificação é feita graças ao cheiro de uma cobertura química usada em chips, o óxido de trifenilfosfina, que permite identificar smartphones e dispositivos de armazenamento. Segundo um dos policiais, a cadela será capaz de encontrar esses aparelhos em locais difíceis de serem encontrados a olho nu, como se o criminoso jogasse um chip na grama, por exemplo.

Mas não é de hoje que cachorros começaram a ser treinados para farejar eletrônicos. Em 2018, também nos Estados Unidos, policiais revelaram já estar treinando os cães para cumprir esse serviço com a ajuda do óxido de trifenilfosfina.

Fonte: Canaltech

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