Caixa Econômica vai restringir acesso de clientes nas agências e abrir uma hora mais cedo para entrada de pessoas de grupos de risco

Pollyanna Brêtas
A Caixa vai limitar acesso de clientes às agências, como forma de prevenção ao novo coronavírus

A Caixa Econômica Federal (CEF) vai controlar o acesso de clientes nas agências como medidas de prevenção ao novo coronavírus. O anúncio foi feito nesta quarta-feira. Segundo o banco, haverá restrição de entrada e saída, a abertura antecipada em uma hora de algumas unidades, para atender os clientes que estão no chamado grupo de risco, gerenciamento de filas, além da distribuição de senhas em cores para diferenciar a necessidade individual e agilizar o atendimento.

O fluxo de pessoas no interior das agências será limitado a, no máximo, 50% da capacidade dos assentos das unidades, para que seja possível manter a distância de no mínimo 1 metro entre as pessoas. Empregados da Caixa poderão utilizar equipamentos de proteção no atendimento. Serão colocados na porta das agências cartazes com informações para orientar os clientes. 

Leia ainda:
 

Caso seja necessário o fechamento de algumas unidades, o banco vai disponibilizar um número para que os clientes possam entrar em contato via WhatsApp com os gerentes do banco.

Os empregados do banco que estão grupo de risco foram liberados para o trabalho remoto. Grávidas, pessoas com mais de 60 anos, imunossuprimidos, diabéticos, portadores de doenças cardiovasculares ou pulmonares e em tratamento de câncer, vão desempenhar suas atividades de casa.

As reuniões, pontos de controle e treinamentos presenciais foram substituídos por chats, vídeos ou audioconferências.

Veja também:

A Caixa reafirma que adotou, no final de fevereiro, ações de prevenção e orientação aos empregados e clientes sobre o COVID-19. Todos os empregados do banco receberam e-mail corporativo com orientações baseadas nas diretrizes divulgadas pelo Ministério da Saúde. Além disso, o banco disponibilizou materiais como cartilha e FAQ no Portal do Empregado, com esclarecimentos sobre o tema.

O banco continua acompanhando a situação, a fim de avaliar medidas futuras que podem ser tomadas em decorrência da evolução dos acontecimentos.

Envie denúncias, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra (21 99644 1263)