Calopsita invade estúdio da Globo e jornalistas se desesperam: "Chama o bombeiro"

Calopsita entrou ao vivo no
Calopsita entrou ao vivo no "BDSP", da Globo, nesta quinta (Foto: Reprodução/Globo)

Uma calopsita invadiu o estúdio da Globo no "Bom Dia São Paulo" nesta quinta-feira (1). Rodrigo Bocardi, Sabina Simonato e Alessandro Jodar ficaram desesperados. O apresentador do jornalístico pediu para sua equipe chamar o Corpo de Bombeiros ao vivo. O caso tomou um bom tempo da edição e rendeu comentários nas redes sociais.

Tudo começou com a ave batendo no vidro do estúdio. Alessandro Jodar, que já teve uma calopsita, foi ver o que estava acontecendo e abriu a passagem pensando que a calopsita estava machucada. Ao notar que o animal estava bem, os jornalistas abriram o vidro novamente. A calopsita, então, voltou para a área externa.

"Fica aqui ao vivo, no ar, o nosso apelo aos Bombeiros para ajudar a gente a salvar essa calopsita. A qualquer momento, ela pode entrar aqui no estúdio. Essa varanda é uma área aberta e os animais estão aí circulando. Essa acabou pousando aqui e provavelmente está com dificuldade de sair porque a varanda tem uma certa altura", explicou Bocardi.

Enquanto o jornalista contava o que estava acontecendo nos bastidores, Sabina Simonato ouvia a calopsita com a sensação que ela estava muito perto. "Ai, ela está aqui!", gritou a jornalista, provocando risos e virando piada nas redes sociais.

Alguns internautas chamaram a atenção de Bocardi para o fato de a calopsita, muito possivelmente, ter fugido de casa. A Globo até foi criticada por ter deixado o animal sair do estúdio. Em sua defesa, o apresentador lembrou que animais não nasceram para viver em gaiolas. Em seguida, ele entrou em contato com o Centro de Zoonoses.

Juliana Summa, diretora do Divisão da Fauna Silvestre do Verde e Meio Ambiente, conversou ao vivo com a o "BDSP" para explicar que a ave não deve ficar solta por ser exótica. Rodrigo Bocardi a capturou e deu comida. No fim do jornal, o apresentador prometeu voltar a falar sobre o caso no dia seguinte: "Não vou carregar a culpa que querem colocar em mim. A calopsita está viva, salva, já está aqui."