Camilo Cristófaro: Câmara aprova abertura de processo de cassação contra vereador

Camilo Cristófaro é acusado de racismo após fala vazada durante sessão da Câmara de Vereadores (Foto: Reprodução/TV Câmara)
Camilo Cristófaro é acusado de racismo após fala vazada durante sessão da Câmara de Vereadores (Foto: Reprodução/TV Câmara)

Resumo da notícia

  • Comissão aprova abertura de processo contra Camilo Cristófaro por racismo

  • Áudio do vereador vazou quando ele dizia a frase "coisa de preto"

  • Plenário deverá votar mérito na próxima terça-feira (24)

A comissão responsável por analisar o suposto caso de racismo contra o vereador Camilo Cristófaro aprovou a abertura de um processo contra o político. A decisão foi tomada de forma unânime pelos seis vereadores votantes da comissão.

O presidente da comissão é Gilberto Nascimento (PSC), que não vota, e a relatora escolhida foi a vereadora Elaine do Quilombo Periférico (PSOL). Além dela, os outros seis vereadores votaram pela admissibilidade do processo de cassação.

Votaram a favor:

  • Elaine do Quilombo Periférico (PSOL) - relatora

  • Sandra Tadeu (União Brasil)

  • Antônio Donato (PT)

  • André Santos (Republicano)

  • Aurélio Nomura (PSDB)

  • Rubinho Nunes (União Brasil)

Camilo Cristófaro virou algo de investigação na Câmara Municipal por racismo após o áudio do vereador vazar, quando ele disse “coisa de preto” durante a sessão da CPI dos Aplicativos. A denúncia inicial foi feita pela vereadora Luana Alves (PSOL).

Agora, o processo deve ser encaminhado para que o plenário vote a cassação na próxima terça-feira (24). Em caso de aprovação, o vereador deverá apresentar sua defesa no caso.

Relembre o caso

O vereador Camilo Cristófaro (PSB) é alvo de uma denúncia de racismo após um áudio vazado durante uma sessão legislativa da Câmara de São Paulo. No áudio, Cristófaro diz: "Não lava nem a calçada, é coisa de preto, né?".

A declaração foi feita durante a sessão da CPI dos Aplicativos, na Câmara Municipal. Assista:

Logo após a fala vazada de Camilo Cristófaro, o presidente da CPI, Adilson Amadeu (União Brasil) pediu que o som fosse desligado, em referência aos vereadores que participavam de forma remota. A vereadora Luana Alves de opõe ao pedido e, em seguida, a sessão é suspensa.

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