Caminhoneiros autônomos que atuam no Porto de Santos (SP) encerram greve

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*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  28-05-2018, 12h00: Um comboio com 24 caminhões tanque carregados com querosene de aviação chega à Brasília, vindos de Minas Gerais. O comboio foi escoltado por cerca de 100 homens do exército, que conduziram os caminhões até o aeroporto Juscelino Kubistchek. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 28-05-2018, 12h00: Um comboio com 24 caminhões tanque carregados com querosene de aviação chega à Brasília, vindos de Minas Gerais. O comboio foi escoltado por cerca de 100 homens do exército, que conduziram os caminhões até o aeroporto Juscelino Kubistchek. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Caminhoneiros autônomos que atuam no Porto de Santos encerraram a greve nesta segunda-feira (8), após uma semana de paralisação. A informação foi confirmada à reportagem pela SPA (Santos Port Authority) (SPA) e também pelo Sintraport (Sindicato dos Operários Portuários de Santos), onde foi realizada a assembleia na tarde de hoje.

Em nota, a administradora portuária informou que o acesso ao Porto de Santos fluiu normalmente durante todo o período de greve, sem retenção ao tráfego nem concentração de caminhões parados.

Segundo a Santos Port Authority, a Polícia Militar, a PRF (Polícia Rodoviária Federal, a PF (Polícia Federal) e a Guarda Portuária, sob a coordenação da Cesportos-SP (Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis), órgão responsável pela segurança pública portuária, atuaram numa força-tarefa estratégica para garantir a fluidez das cargas. Um efetivo de 200 homens foi destacado para formar um grande corredor de segurança desde o acesso aos terminais até a subida da Serra do Mar.

A reportagem também tentou contato, por telefone e por email, com a Sindicam (Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomo de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira), mas ainda não recebeu retorno.

Caminhoneiros autônomos deflagraram uma greve na segunda-feira (1º) para protestar contra a política de preços da Petrobras e a alta no preço do diesel, que reduz os lucros da categoria. O movimento, porém, não teve forte adesão entre os motoristas.

O governo federal também conseguiu na Justiça um total de 29 liminares para impedir bloqueios de grevistas nas estradas —sob risco de multas que poderiam chegar a R$ 1 milhão—, o que acabou enfraquecendo o movimento.

Em Santos, desde a segunda-feira, caminhoneiros almejavam estrangular as operações no porto, impedindo que cargas que chegassem ao local fossem escoadas, forçando o governo a negociar com a categoria.

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