Caminhoneiros param Marginal, fazem churrasco na pista contra quarentena e SP tem recorde de congestionamento no isolamento

Redação Notícias
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Reprodução/Twitter
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O primeiro dia sem o megarrodiízio criado como medida para combater a pandemia do novo coronavírus em São Paulo teve foco de trânsito na Marginal Tietê, sentido Ayrton Senna, por conta de um protesto de caminhoneiros.

Lideranças da manifestação falaram à TV Bandeirantes que pretendem ficar pelo menos até as 22h estacionados na altura da Ponte das Bandeiras. Alguns deles fazem, inclusive, um churrasco na pista.

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A Polícia Militar informa que a carreata começou por volta das 11h na Ponte do Aricanduva. Por volta das 15h chegaram à Ponte das Bandeiras e estacionaram os veículos. Ali começaram a chegar mais manifestantes.

Por conta da manifestação, São Paulo teve recorde de congestionamento na quarentena, somando 28 quilômetros de lentidão, marca bem inferior de dias normais na cidade.

A maior parte dos caminhoneiros protestavam contra a quarentena, o prefeito Bruno Covas e o governador João Doria, ambos do PSDB.

Na segunda-feira passada (11), os tucanos foram alvos de protestos semelhantes. À época, o governador declarou que toda manifestação democrática teria de ser aceita.

"Toda manifestação democrática tem que ser aceita, ela faz parte da vida social de uma democracia de um país, de um estado, de uma cidade. Ela só não deve perturbar, interromper e dificultar o acesso e o direito de ir e vir das pessoas. Isso não é correto”, afirmou Doria.