Caminhoneiros protestam em rodovias de três estados

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*ARQUIVO* Santos, , Brasil, 06-04-2015 15h59: Caminhoneiros fazem fila na  Via Anchieta (altura do km 38) sentido  Santos. Lentidao se deve ao bloqueio  e desvio  dos  caminhoes no acesso a cidade devido ao incendio em tanque de combustivel no porto de Santos  (Foto  Eduardo Knapp/Folhapress)
*ARQUIVO* Santos, , Brasil, 06-04-2015 15h59: Caminhoneiros fazem fila na Via Anchieta (altura do km 38) sentido Santos. Lentidao se deve ao bloqueio e desvio dos caminhoes no acesso a cidade devido ao incendio em tanque de combustivel no porto de Santos (Foto Eduardo Knapp/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Caminhoneiros fazem na manhã desta quarta-feira (8) paralisações em trechos de rodovias em Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo, segundo a Polícia Rodoviária Federal dos estados.

Em Santa Catarina, há bloqueio de caminhões em Garuva, Joinville, Mafra, Santa Cecília, Guaramirim e Campos Novos. No Paraná, há manifestações nas rodovias federais em Paranavaí e em Maringá. No Espírito Santo, caminhoneiros fazem bloqueios em 8 cidades.

A categoria estava dividida quanto aos atos do dia 7 de setembro. Motoristas independentes decidiram aderir, mas sem o apoio formal de entidades. Líderes da categoria que costumam atuar em mobilizações não acreditam que possa ocorrer uma paralisação nesta semana, conforme informou o jornal Folha de S.Paulo.

Para eles, as pautas defendidas nas manifestações não diziam respeito aos pleitos do grupo, por isso não houve incentivo à adesão.

O embate do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com o STF (Supremo Tribunal Federal) tem apoio nesse grupo. Há três ações diretas de inconstitucionalidade propostas por ruralistas e por transportadoras que ainda não foram julgadas pela corte. Elas questionam a política nacional de piso mínimo, implementada por meio de lei durante o governo Michel Temer (MDB).

Pós-7 de Setembro

A radicalização de Bolsonaro fragilizou sua a base política, e deve aumentar a reação do Congresso ao governo. Na noite desta terça-feira (7), Pacheco anunciou o cancelamento de sessões do Senado previstas para esta semana. Aliados afirmam que a decisão seria o primeiro reflexo das ameaças de Bolsonaro.

Entre os efeitos colaterais também foi um aquecimento das discussões de impeachment nos partidos de centro.

Depois de PSD e PSDB começarem a debater o tema, o Solidariedade disse que vai se reunir na próxima semana para fechar uma posição, enquanto no MDB a pressão interna para que o partido apoie a abertura do processo vem crescendo cada vez mais.

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