Cantor de K-pop suspeito de usar mulheres em prostituição tem prisão pedida

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O cantor Lee Seung Hyun, 30, ex-membro do grupo de K-pop Big Bang e conhecido como Seungri, tem sido acusado por nove crimes. Dentre eles, o uso de mulheres sul-coreanas na prostituição. A procuradoria pediu a prisão do artista por cinco anos.

Segundo o site Allkpop, Seungri participou de uma audiência no Tribunal Militar Geral da Coreia do Sul e chorou com as acusações. Dentre elas estão a compra de serviços de prostituição, mediação de prostituição, peculato, instigação especial de violência e violação da Lei de Punição Agravada e de Crimes Econômicos Específicos.

As investigações começaram ainda em 2019. O cantor negou todas as acusações e se disse culpado apenas na que se refere à Lei de Transações de Câmbio. Ele nega veementemente que tenha colocado mulheres na prostituição com investidores financeiros para obtenção de lucro próprio.

A procuradoria também solicitou pagamento de uma multa no valor de US$ 17 mil, equivalente a R$ 85 mil.

Na audiência, Seungri pediu desculpas aos familiares, à agência responsável pela carreira e a quem estiver enfrentando momento difícil por causa dele.

Em 2019, após o estouro do escândalo, o cantor anunciou sua aposentadoria da indústria de entretenimento. O escândalo provocou uma queda de quase 16% nas ações de sua agência.

"Acho que é o momento certo para se aposentar do show business", disse o cantor na época em sua conta no Instagram, acrescentando que cooperaria com a investigação policial sobre a acusação.

Seungri fez sua estreia como cantor em agosto de 2006 junto com os outros quatro membros do grupo: G-Dragon, T.O.P, Taeyang e Daesung. Ele atraiu muitos fãs em toda a Ásia, especialmente em lugares como Hong Kong, Macau, Cingapura e Taiwan.

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